Antes de iniciar este post advirto o seguinte. O que se encontra nele escrito e em posts futuros não tem por objectivo agredir nenhum individuo(a) em particular, trata-se apenas de uma visão pessoal, produto das minhas experiências, não devendo ser objecto de generalização, excepto quando assim notado.
O que é que as mulheres querem de um homem?
A resposta a esta pergunta é o Santo Graal (ou um dos ditos cálices sagrados) dos relacionamentos humanos, mais especificamente entre homens e mulheres.
E quando falo em resposta, refiro-me a uma resposta honesta, não às tangas que nos dão, seja porque não nos querem magoar, seja apenas para serem PC (politicamente correctas), ou uma miríade de outras razões.
A resposta mais conhecida é "um homem que me faça rir", logo seguida por aqueles chavões como "amigo", "carinhoso", "bom ouvinte", etc., etc., tudo coisas que, acredito, sejam importantes para elas, mas dai a ocuparem o topo da lista daquilo que procuram num homem vai uma grande distância.
Sei por experiência própria que se esses fossem atributos preferênciais, meninos como eu (não querendo ser convencido) estavam garantidos. No entanto, mistério dos mistérios, acabamos sempre por ouvir a frase "Ah, sabes, gosto muito de ti mas... tu para mim és só um bom amigo". Esta frase é perigosa porque, apesar do tom negativo, trata-se na verdade de um talvez implícito porque nos leva a pensar "se sou assim tão bom amigo e ela gosta assim tanto de mim... quem sabe!!!" e a estabelece-se a ilusão. Infelizmente o que normalmente acontece é que a bolha rebenta quando descobrimos que ela anda com um bonitão qualquer que a trata abaixo de cão.
Ou seja preferem ser maltratadas pela besta quadrada que tens uns lindos olhos (respira fundo, Luís Miguel) que darem uma hipótese a um tipo que enchem de elogios e que, aparentemente, é tão porreiro que seria o homem ideal... mas não para elas.
Se vos pareço um pouco amargo... parabéns, a vossa capacidade de captar o óbvio está em alta. Mas não me interpretem mal, não tenho nada contra as mulheres no geral. Acho que são criaturas magnificas, dignas de respeito e adoração... ok, nem todas mas, como disse, no geral... mas gostava que se deixassem de tangas. Sejam honestas, sem rodeios, sem o maldito PC a ditar as vossas acções. Pessoalmente prefiro que me magoem com um não directo que com um talvez implícito. Prefiro ser despachado directamente com base num dos meus muitos defeitos que ser mantido a uma distância segura com base nas minhas qualidades. É uma questão de lógica, clareza e acima de tudo, respeito.
Bem, fiquem a marinar neste assunto, em breve voltarei a ele... é que, felizmente ou infelizmente, tenho muito para dizer sobre isto.
Até lá, fiquem bem e até breve. :)
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Amor, Mito Real ou Ficção Verdadeira?
Não, o titulo do post de hoje é mesmo esse, não houve engano.
Uma das coisas que irei abordar repetidas vezes neste blogue será esse sentimento, considerado por muitos o mais nobre de que o ser humano é capaz, o Amor.
Sejamos desde já claros, desde há algum tempo que me vejo numa posição um tanto ou quanto paradoxal em que, se por um lado me vejo constantemente confrontado com as mais variadas razões para deixar de acreditar nele, há uma parte de mim, infelizmente cada vez mais abatida e cansada, que se agarra teimosamente à noção de que existe, está bem e recomenda-se.
Outra coisa em quero ser claro é que este paradoxo, para mim, existe apenas, ou pelo menos, em grande parte das vezes, no que diz respeito ao amor romântico. Os outros tipos de amor, pela família, pelos amigos, por este ou aquele tópico que nos cativa e vários outros tipos que agora não me ocorrem, nesses acredito piamente.
Mas o Amor, com "A" grande, a engrenagem que inconscientemente nos guia, muitas vezes contra nossa vontade, é ele próprio, em si mesmo um conjunto de paradoxos. Pois se é certo que nos leva às maiores loucuras também nos dá momentos de grande lucidez. Se é certo que nos conduz aos maiores prazeres, também nos pode causar muita dor. Se nos dá as maiores alegrias, também nos provoca os maiores desgostos. Parece incapaz de algo absoluto sem ter a constante ameaça de um contraponto a pairar sobre quem o sente.
Este post é apenas uma introdução para aquilo que antevejo venha a ser um dos tópico que mais vou abordar neste blog. É estranho que, para alguém que quase já deixou de acreditar, tenho muito para dizer. Sobre o Amor, sobre a falta dele, sobre as minhas tentativas frustradas de dar uma coerência lógica a algo que ainda ninguém conseguiu definir. Assim como a própria vida, ou o conceito que temos dela, ainda não foi definida, talvez ambos sejam uma e a mesma coisa.
Deixo-vos, por agora, com uma frase de Stephen Stills:
"Se você não pode estar com aquele você ama, ame aquele que está com você."
Em breve voltarei a este tópico. Até lá, fiquem bem e até breve. :)
Uma das coisas que irei abordar repetidas vezes neste blogue será esse sentimento, considerado por muitos o mais nobre de que o ser humano é capaz, o Amor.
Sejamos desde já claros, desde há algum tempo que me vejo numa posição um tanto ou quanto paradoxal em que, se por um lado me vejo constantemente confrontado com as mais variadas razões para deixar de acreditar nele, há uma parte de mim, infelizmente cada vez mais abatida e cansada, que se agarra teimosamente à noção de que existe, está bem e recomenda-se.
Outra coisa em quero ser claro é que este paradoxo, para mim, existe apenas, ou pelo menos, em grande parte das vezes, no que diz respeito ao amor romântico. Os outros tipos de amor, pela família, pelos amigos, por este ou aquele tópico que nos cativa e vários outros tipos que agora não me ocorrem, nesses acredito piamente.
Mas o Amor, com "A" grande, a engrenagem que inconscientemente nos guia, muitas vezes contra nossa vontade, é ele próprio, em si mesmo um conjunto de paradoxos. Pois se é certo que nos leva às maiores loucuras também nos dá momentos de grande lucidez. Se é certo que nos conduz aos maiores prazeres, também nos pode causar muita dor. Se nos dá as maiores alegrias, também nos provoca os maiores desgostos. Parece incapaz de algo absoluto sem ter a constante ameaça de um contraponto a pairar sobre quem o sente.
Este post é apenas uma introdução para aquilo que antevejo venha a ser um dos tópico que mais vou abordar neste blog. É estranho que, para alguém que quase já deixou de acreditar, tenho muito para dizer. Sobre o Amor, sobre a falta dele, sobre as minhas tentativas frustradas de dar uma coerência lógica a algo que ainda ninguém conseguiu definir. Assim como a própria vida, ou o conceito que temos dela, ainda não foi definida, talvez ambos sejam uma e a mesma coisa.
Deixo-vos, por agora, com uma frase de Stephen Stills:
"Se você não pode estar com aquele você ama, ame aquele que está com você."
Em breve voltarei a este tópico. Até lá, fiquem bem e até breve. :)
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