Hoje tomei as gotas por isso o tópico dos últimos dias é posto de lado até um post futuro.
Além que arranjar algo de novo para dizer, ou mal-dizer, todos os dias não é tão simples como parece.
Aproxima-se o ultimo dia de 2010 e com ele mais confusão.
Acho notável que dias como este e o Natal, pejados de confusão e stress, sejam considerados como festas. O facto de estarem separados por apenas uma semana ainda compila mais a confusão e o stress, ainda mal nos refizemos de uma dose e PIMBA, levamos com outra.
Não vejo a razão para tanta alegria associada aquilo que seria, noutro mês qualquer, um acontecimento banal, a passagem de um dia para outro, de um mês para outro. O começo de um novo ano não traz nada de novo. Parafraseando Lewis Black, 2011 é a mesma merda que 2010 só que com um 1 no fim. A esperança que enche a populaça nesta data, a de que a mudança de ano traga mudanças também nas nossas vidas, é rapidamente frustrada. O governo continua a ser uma cambada de chulos, o pais continua na merda e os otários do costume continuam a pagar a conta.
Somos um pouco como a Doddy do filme "À Procura de Nemo", temos a memória curta. Senão lembravamo-nos que todos os anos tudo se repete. Celebrar o Natal, estúpido como isso me possa parecer, ainda tem a vantagem, para uns, de receberem umas quantas prendas, vantagem essa anulada pelo facto de se ter que reciprocar essas ofertas. Mas há sempre a possibilidade de se sair a ganhar alguma coisa.
No ano novo isso não acontece. Vale pela noitada, pela conversa até altas horas com os amigos, enfim... talvez no fim de contas, depois de tanta crise e depressão durante todo o ano que se passou e possivelmente no que se inicia, talvez a única coisa que se possa aproveitar seja mesmo a festa da passagem do ano.
Gozem muito, não bebam demais, especialmente quem vai conduzir, e boas entradas.
Amanhã dou-vos folga mas em 2011, como disse, há mais do mesmo, no caso deste blogue isso é muita estupidez, muito disparate e talvez... algo que vos faça pensar... ou não. :)
Até lá, fiquem bem, até para o ano e feliz 2011 :)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Amor, Mito Real ou Ficção Verdadeira? Episódio II
Antes de iniciar este post advirto o seguinte. O que se encontra nele escrito e em posts futuros não tem por objectivo agredir nenhum individuo(a) em particular, trata-se apenas de uma visão pessoal, produto das minhas experiências, não devendo ser objecto de generalização, excepto quando assim notado.
O que é que as mulheres querem de um homem?
A resposta a esta pergunta é o Santo Graal (ou um dos ditos cálices sagrados) dos relacionamentos humanos, mais especificamente entre homens e mulheres.
E quando falo em resposta, refiro-me a uma resposta honesta, não às tangas que nos dão, seja porque não nos querem magoar, seja apenas para serem PC (politicamente correctas), ou uma miríade de outras razões.
A resposta mais conhecida é "um homem que me faça rir", logo seguida por aqueles chavões como "amigo", "carinhoso", "bom ouvinte", etc., etc., tudo coisas que, acredito, sejam importantes para elas, mas dai a ocuparem o topo da lista daquilo que procuram num homem vai uma grande distância.
Sei por experiência própria que se esses fossem atributos preferênciais, meninos como eu (não querendo ser convencido) estavam garantidos. No entanto, mistério dos mistérios, acabamos sempre por ouvir a frase "Ah, sabes, gosto muito de ti mas... tu para mim és só um bom amigo". Esta frase é perigosa porque, apesar do tom negativo, trata-se na verdade de um talvez implícito porque nos leva a pensar "se sou assim tão bom amigo e ela gosta assim tanto de mim... quem sabe!!!" e a estabelece-se a ilusão. Infelizmente o que normalmente acontece é que a bolha rebenta quando descobrimos que ela anda com um bonitão qualquer que a trata abaixo de cão.
Ou seja preferem ser maltratadas pela besta quadrada que tens uns lindos olhos (respira fundo, Luís Miguel) que darem uma hipótese a um tipo que enchem de elogios e que, aparentemente, é tão porreiro que seria o homem ideal... mas não para elas.
Se vos pareço um pouco amargo... parabéns, a vossa capacidade de captar o óbvio está em alta. Mas não me interpretem mal, não tenho nada contra as mulheres no geral. Acho que são criaturas magnificas, dignas de respeito e adoração... ok, nem todas mas, como disse, no geral... mas gostava que se deixassem de tangas. Sejam honestas, sem rodeios, sem o maldito PC a ditar as vossas acções. Pessoalmente prefiro que me magoem com um não directo que com um talvez implícito. Prefiro ser despachado directamente com base num dos meus muitos defeitos que ser mantido a uma distância segura com base nas minhas qualidades. É uma questão de lógica, clareza e acima de tudo, respeito.
Bem, fiquem a marinar neste assunto, em breve voltarei a ele... é que, felizmente ou infelizmente, tenho muito para dizer sobre isto.
Até lá, fiquem bem e até breve. :)
O que é que as mulheres querem de um homem?
A resposta a esta pergunta é o Santo Graal (ou um dos ditos cálices sagrados) dos relacionamentos humanos, mais especificamente entre homens e mulheres.
E quando falo em resposta, refiro-me a uma resposta honesta, não às tangas que nos dão, seja porque não nos querem magoar, seja apenas para serem PC (politicamente correctas), ou uma miríade de outras razões.
A resposta mais conhecida é "um homem que me faça rir", logo seguida por aqueles chavões como "amigo", "carinhoso", "bom ouvinte", etc., etc., tudo coisas que, acredito, sejam importantes para elas, mas dai a ocuparem o topo da lista daquilo que procuram num homem vai uma grande distância.
Sei por experiência própria que se esses fossem atributos preferênciais, meninos como eu (não querendo ser convencido) estavam garantidos. No entanto, mistério dos mistérios, acabamos sempre por ouvir a frase "Ah, sabes, gosto muito de ti mas... tu para mim és só um bom amigo". Esta frase é perigosa porque, apesar do tom negativo, trata-se na verdade de um talvez implícito porque nos leva a pensar "se sou assim tão bom amigo e ela gosta assim tanto de mim... quem sabe!!!" e a estabelece-se a ilusão. Infelizmente o que normalmente acontece é que a bolha rebenta quando descobrimos que ela anda com um bonitão qualquer que a trata abaixo de cão.
Ou seja preferem ser maltratadas pela besta quadrada que tens uns lindos olhos (respira fundo, Luís Miguel) que darem uma hipótese a um tipo que enchem de elogios e que, aparentemente, é tão porreiro que seria o homem ideal... mas não para elas.
Se vos pareço um pouco amargo... parabéns, a vossa capacidade de captar o óbvio está em alta. Mas não me interpretem mal, não tenho nada contra as mulheres no geral. Acho que são criaturas magnificas, dignas de respeito e adoração... ok, nem todas mas, como disse, no geral... mas gostava que se deixassem de tangas. Sejam honestas, sem rodeios, sem o maldito PC a ditar as vossas acções. Pessoalmente prefiro que me magoem com um não directo que com um talvez implícito. Prefiro ser despachado directamente com base num dos meus muitos defeitos que ser mantido a uma distância segura com base nas minhas qualidades. É uma questão de lógica, clareza e acima de tudo, respeito.
Bem, fiquem a marinar neste assunto, em breve voltarei a ele... é que, felizmente ou infelizmente, tenho muito para dizer sobre isto.
Até lá, fiquem bem e até breve. :)
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Amor, Mito Real ou Ficção Verdadeira?
Não, o titulo do post de hoje é mesmo esse, não houve engano.
Uma das coisas que irei abordar repetidas vezes neste blogue será esse sentimento, considerado por muitos o mais nobre de que o ser humano é capaz, o Amor.
Sejamos desde já claros, desde há algum tempo que me vejo numa posição um tanto ou quanto paradoxal em que, se por um lado me vejo constantemente confrontado com as mais variadas razões para deixar de acreditar nele, há uma parte de mim, infelizmente cada vez mais abatida e cansada, que se agarra teimosamente à noção de que existe, está bem e recomenda-se.
Outra coisa em quero ser claro é que este paradoxo, para mim, existe apenas, ou pelo menos, em grande parte das vezes, no que diz respeito ao amor romântico. Os outros tipos de amor, pela família, pelos amigos, por este ou aquele tópico que nos cativa e vários outros tipos que agora não me ocorrem, nesses acredito piamente.
Mas o Amor, com "A" grande, a engrenagem que inconscientemente nos guia, muitas vezes contra nossa vontade, é ele próprio, em si mesmo um conjunto de paradoxos. Pois se é certo que nos leva às maiores loucuras também nos dá momentos de grande lucidez. Se é certo que nos conduz aos maiores prazeres, também nos pode causar muita dor. Se nos dá as maiores alegrias, também nos provoca os maiores desgostos. Parece incapaz de algo absoluto sem ter a constante ameaça de um contraponto a pairar sobre quem o sente.
Este post é apenas uma introdução para aquilo que antevejo venha a ser um dos tópico que mais vou abordar neste blog. É estranho que, para alguém que quase já deixou de acreditar, tenho muito para dizer. Sobre o Amor, sobre a falta dele, sobre as minhas tentativas frustradas de dar uma coerência lógica a algo que ainda ninguém conseguiu definir. Assim como a própria vida, ou o conceito que temos dela, ainda não foi definida, talvez ambos sejam uma e a mesma coisa.
Deixo-vos, por agora, com uma frase de Stephen Stills:
"Se você não pode estar com aquele você ama, ame aquele que está com você."
Em breve voltarei a este tópico. Até lá, fiquem bem e até breve. :)
Uma das coisas que irei abordar repetidas vezes neste blogue será esse sentimento, considerado por muitos o mais nobre de que o ser humano é capaz, o Amor.
Sejamos desde já claros, desde há algum tempo que me vejo numa posição um tanto ou quanto paradoxal em que, se por um lado me vejo constantemente confrontado com as mais variadas razões para deixar de acreditar nele, há uma parte de mim, infelizmente cada vez mais abatida e cansada, que se agarra teimosamente à noção de que existe, está bem e recomenda-se.
Outra coisa em quero ser claro é que este paradoxo, para mim, existe apenas, ou pelo menos, em grande parte das vezes, no que diz respeito ao amor romântico. Os outros tipos de amor, pela família, pelos amigos, por este ou aquele tópico que nos cativa e vários outros tipos que agora não me ocorrem, nesses acredito piamente.
Mas o Amor, com "A" grande, a engrenagem que inconscientemente nos guia, muitas vezes contra nossa vontade, é ele próprio, em si mesmo um conjunto de paradoxos. Pois se é certo que nos leva às maiores loucuras também nos dá momentos de grande lucidez. Se é certo que nos conduz aos maiores prazeres, também nos pode causar muita dor. Se nos dá as maiores alegrias, também nos provoca os maiores desgostos. Parece incapaz de algo absoluto sem ter a constante ameaça de um contraponto a pairar sobre quem o sente.
Este post é apenas uma introdução para aquilo que antevejo venha a ser um dos tópico que mais vou abordar neste blog. É estranho que, para alguém que quase já deixou de acreditar, tenho muito para dizer. Sobre o Amor, sobre a falta dele, sobre as minhas tentativas frustradas de dar uma coerência lógica a algo que ainda ninguém conseguiu definir. Assim como a própria vida, ou o conceito que temos dela, ainda não foi definida, talvez ambos sejam uma e a mesma coisa.
Deixo-vos, por agora, com uma frase de Stephen Stills:
"Se você não pode estar com aquele você ama, ame aquele que está com você."
Em breve voltarei a este tópico. Até lá, fiquem bem e até breve. :)
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Um dia aprendes... um conselho a reter.
Hoje é que não me ocorre nada para dizer. Tenho várias coisas para pôr neste blogue mas, ao contrário das pérolas literárias (LOL) que tenho aqui escrito desde que o iniciei, são coisas que requerem algum tempo e ficam, por isso, para posts futuros.
E dirão, "se não tens nada para escrever, para quê este post?". A resposta é simples.
Quando me decidi iniciar este blogue fi-lo, como disse anteriormente, como escape, para ventilar ideias e decidi que, para optimizar o efeito terapêutico desse escape, deveria fazer disto uma rotina diária, mesmo que fosse apenas para dizer "olá" e "adeus".
Não estando, no entanto, disposto a ser tão redutor, e à falta de algo para dizer, deixo-vos aqui hoje um texto chamado "Depois de algum tempo" de Verónica A. Shoffstall e cujo conteúdo considero deveras sublime, apesar de não o conseguir seguir à risca. Aqui vos deixo portanto este texto e espero que gostem.
Fiquem bem e até breve. :)
E dirão, "se não tens nada para escrever, para quê este post?". A resposta é simples.
Quando me decidi iniciar este blogue fi-lo, como disse anteriormente, como escape, para ventilar ideias e decidi que, para optimizar o efeito terapêutico desse escape, deveria fazer disto uma rotina diária, mesmo que fosse apenas para dizer "olá" e "adeus".
Não estando, no entanto, disposto a ser tão redutor, e à falta de algo para dizer, deixo-vos aqui hoje um texto chamado "Depois de algum tempo" de Verónica A. Shoffstall e cujo conteúdo considero deveras sublime, apesar de não o conseguir seguir à risca. Aqui vos deixo portanto este texto e espero que gostem.
Fiquem bem e até breve. :)
"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida; aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve compará-los com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde se está indo, mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve.
Aprende que ou você controla seus actos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se; aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou; aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha; aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são disparates; poucas coisas são tão humilhantes... e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando se está com raiva se tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ela o ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém; algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar."
domingo, 26 de dezembro de 2010
O que é que eu escrevo hoje?!
Sim, é verdade, meus seguidores... ok, seguidor. E é porque me estou a contar a mim mesmo.
Hoje não tenho nada para dizer. Ou melhor, tenho muita coisa para dizer mas pouca inspiração para estar a escrever o que me vai na cabeça.
E ao fim de 5 dias a levar com longos discursos de rétorica um tanto ou quanto duvidosa (e estou a ser simpático), acho que merecem um descanso. Ou seja, enquanto único seguidor deste blog, vou dar descanso a mim mesmo. O que acaba por ser redundante. Ou melhor, é exactamente o oposto, se tivermos em conta o trabalho que estou a ter, enquanto escritor, a dizer a mim mesmo, enquanto leitor, que vou dar a mim mesmo uma folgazinha, a qual acaba por ser anulada por esse mesmo facto.
Mas enfim, se esperavam uma análise detalhada da ressaca pós-natalícia, esqueçam. Fica para amanhã. Ou depois. Para análise no próprio dia já tivemos a do Professor Marcelo. E além disso, quanto mais não seja, faço-o porque gosto de ser original. E o que pode ser mais original que fazer essa análise não no dia em si mas dois ou três dias depois. Desta não estavam vocês à espera. Ou talvez estivessem, uma vez que "vocês" são, por enquanto, apenas "eu". E eu sabia o que por ai vinha... disparate, é claro.
Hem! Digam lá que não foi giro...
Mesmo sem nada para dizer acabei por escrever, e bem. Esta minha cabeça. Isto do blog é giro, agora além de passar a vida a falar sozinho, passo a vida a escrever para mim mesmo. LOL. Ou sou um génio ou tou maluco. Pessoalmente prefiro a primeira. E vocês?
Fiquem bem e até breve. :)
Hoje não tenho nada para dizer. Ou melhor, tenho muita coisa para dizer mas pouca inspiração para estar a escrever o que me vai na cabeça.
E ao fim de 5 dias a levar com longos discursos de rétorica um tanto ou quanto duvidosa (e estou a ser simpático), acho que merecem um descanso. Ou seja, enquanto único seguidor deste blog, vou dar descanso a mim mesmo. O que acaba por ser redundante. Ou melhor, é exactamente o oposto, se tivermos em conta o trabalho que estou a ter, enquanto escritor, a dizer a mim mesmo, enquanto leitor, que vou dar a mim mesmo uma folgazinha, a qual acaba por ser anulada por esse mesmo facto.
Mas enfim, se esperavam uma análise detalhada da ressaca pós-natalícia, esqueçam. Fica para amanhã. Ou depois. Para análise no próprio dia já tivemos a do Professor Marcelo. E além disso, quanto mais não seja, faço-o porque gosto de ser original. E o que pode ser mais original que fazer essa análise não no dia em si mas dois ou três dias depois. Desta não estavam vocês à espera. Ou talvez estivessem, uma vez que "vocês" são, por enquanto, apenas "eu". E eu sabia o que por ai vinha... disparate, é claro.
Hem! Digam lá que não foi giro...
Mesmo sem nada para dizer acabei por escrever, e bem. Esta minha cabeça. Isto do blog é giro, agora além de passar a vida a falar sozinho, passo a vida a escrever para mim mesmo. LOL. Ou sou um génio ou tou maluco. Pessoalmente prefiro a primeira. E vocês?
Fiquem bem e até breve. :)
sábado, 25 de dezembro de 2010
É Natal, é Natal, Blá-Blá-Blá-Blá-Blá!!!
E assim se passou o Natal.
Apesar de ainda ser dia 25 de Dezembro até às 23h59m59s, é de notar que aquilo a que grande parte dos que celebram o Natal chama Natal é aquele período que se inicia na tarde de dia 24, quando começamos a pôr a dieta de lado e a "encher a mula", e culmina com a passagem cronológica de 24 para 25, momento alto em que se abrem as prendas e a gaveta das cuecas recebe novos inquilinos.
Após esse momento, vamos ser honestos, é sempre a descer. Uns sentam-se em frente à TV, outros debatem politica e/ou futebol e outros, que já beberam uns copitos mais que a conta, não dizem coisa nenhuma, mesmo que o tentem fazer.
O dia 25 em si não pode competir com o "glamour" e "espectacularidade" da noite que o antecede. Nas ruas só anda quem tem que o fazer (de notar que hoje, em particular, está um frio capaz de induzir mudanças espontâneas de sexo aos mais desprevenidos - falo por experiência, porque tive que ir trabalhar), os cafés e superfícies comerciais estão fechados e sem isso ficamos sem opções para além de conversar com os familiares que estão em nossa casa... e ninguém quer isso.
Seja como for, por este ano está feito. Que venha o próximo. Claro que daqui a uma semana temos esse pesadelo, filho da passagem imparável do tempo, a que chamamos Passagem de Ano. Que se formos a ver bem é exactamente como o Natal excepto em 3 pormenores principais:
1- Não há prendas para ninguém;
2- A bezana é, nalguns caso, maior;
3- Em vez da família juntam-se os amigos.
E para aqueles que já estão a dizer "Ah, e tal, no Natal festeja-se o Nascimento de Jesus e no ano novo não"... pensem bem antes de falar porque o Natal hoje em dia, para a grande maioria das pessoas, tem mais a ver com festa e prendas que com o nascimento do filho de YHWH (não sabem quem é? Tsc-tsc-tsc, francamente:D).
Já para não falar naquele pequeno pormenor, quase insignificante, que é o facto de que Jesus não nasceu realmente a 25 de Dezembro. Por isso... poupem-me. :P
Por hoje já chega. Estas diatribes diárias estão-me a fazer bem. Ou talvez sejam as gotas novas, quem sabe... :)
Fiquem bem e até breve. :)
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Pais-Natal inovadores!!! LOL
Finalmente, dois "Pais-Natal" em condições
"A Coca Cola cortou-me 10% do ordenado por isso que se f**@, No More Mister Nice-Guy!!!" :D :D :D
Para os meus amigos otaku, este é o Pai-Natal com que sempre sonhámos. :D
Mais uma vez, FELIZ NATAL.
Fiquem bem e até breve. :)
Ai vem o Natal... Fujam!!! Ou não... :)
Ok, ok, calma, meus queridos leitores (que neste momento se contam pelos dedos de uma mão e isto porque estou a ser optimista). Normalmente lançar-me-ia numa longa e aguerrida diatribe sobre a festa que se aproxima.
Mas este ano não estou para ai virado. O meu espírito, normalmente avesso a qualquer tipo de festa que envolva socialização, está mais leve, como consequência de eventos recentes. E para aqueles com mentes mais perversas, não, esses eventos não envolvem trocas de fluidos com outro ser humano de constituição feminina. Nesse campo continuo profundamente desiludido...
Mas adiante.
Para mim, o Natal há muito que se resume a uma troca de mimos com uma longa lista de pessoas, muitas delas que passámos o ano a evitar, numa insonsa e politicamente correcta maratona de telefonemas e SMS.
A família está longe e não me é possível juntar-me a ela, vitima de um trabalho que não me permite longas ausências neste período. A minha outra família, a mão cheia de amigos que ainda me aturam, têm outra sorte e, como tal, o Natal tem-se resumido a chegar a casa, fazer algo diferente para comer (tendo em conta os meus dotes culinários... digamos, limitados, é sempre um fartote) e sentar-me na sala, iluminado pelas luzinhas da árvore de Natal.
Felizmente graças à televisão por cabo e, mais recentemente, à internet, não tenho que levar com as constantes maratonas de cinema, com filmes repetidos N vezes, podendo agora entreter-me com algo mais substancial.
E assim têm sido os meus Natais.
Este ano pelo menos é diferente. Tenho a minha mãe a fazer-me companhia, o que já de si é bom. Recentemente re-encontrei uma amiga à muito desaparecida, tipo um presente de Natal antecipado. E a minha situação sócio-económica parece estar finalmente a compor-se.
Não há prendas debaixo da árvore. No entanto, devido a tudo isto, sinto-me mais afortunado do que tivesse mil embrulhos para abrir. E, como um Scrooge da era moderna (convencido), vejo-me a apreciar não o Natal religioso, não o Natal social, mas o Natal como momento de esperança e introspecção.
Este ano bati no fundo em muitos aspectos mas talvez... talvez isso tenha sido o melhor que me podia ter acontecido.
Bom Natal para todos com aquilo que realmente interessa.
Fiquem bem e até breve. :)
Mas este ano não estou para ai virado. O meu espírito, normalmente avesso a qualquer tipo de festa que envolva socialização, está mais leve, como consequência de eventos recentes. E para aqueles com mentes mais perversas, não, esses eventos não envolvem trocas de fluidos com outro ser humano de constituição feminina. Nesse campo continuo profundamente desiludido...
Mas adiante.
Para mim, o Natal há muito que se resume a uma troca de mimos com uma longa lista de pessoas, muitas delas que passámos o ano a evitar, numa insonsa e politicamente correcta maratona de telefonemas e SMS.
A família está longe e não me é possível juntar-me a ela, vitima de um trabalho que não me permite longas ausências neste período. A minha outra família, a mão cheia de amigos que ainda me aturam, têm outra sorte e, como tal, o Natal tem-se resumido a chegar a casa, fazer algo diferente para comer (tendo em conta os meus dotes culinários... digamos, limitados, é sempre um fartote) e sentar-me na sala, iluminado pelas luzinhas da árvore de Natal.
Felizmente graças à televisão por cabo e, mais recentemente, à internet, não tenho que levar com as constantes maratonas de cinema, com filmes repetidos N vezes, podendo agora entreter-me com algo mais substancial.
E assim têm sido os meus Natais.
Este ano pelo menos é diferente. Tenho a minha mãe a fazer-me companhia, o que já de si é bom. Recentemente re-encontrei uma amiga à muito desaparecida, tipo um presente de Natal antecipado. E a minha situação sócio-económica parece estar finalmente a compor-se.
Não há prendas debaixo da árvore. No entanto, devido a tudo isto, sinto-me mais afortunado do que tivesse mil embrulhos para abrir. E, como um Scrooge da era moderna (convencido), vejo-me a apreciar não o Natal religioso, não o Natal social, mas o Natal como momento de esperança e introspecção.
Este ano bati no fundo em muitos aspectos mas talvez... talvez isso tenha sido o melhor que me podia ter acontecido.
Bom Natal para todos com aquilo que realmente interessa.
Fiquem bem e até breve. :)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Ora bem... Vamos lá então à explicação do "porquê 42"
O 42 que dá titulo a este blog advém do meu gosto por aquilo a que eu chamo "conhecimento inútil". Inútil no sentido em que são coisas que eu gosto de saber, e acredito que haja outros que também, mas que no mundo real só poderão servir para responder a questões obscuras num qualquer jogo de tabuleiro tipo "Trivial Pursuit" e afins ou concursos televisivos.
Em suma, este 42 em particular refere-se à "resposta definitiva sobre a vida, o universo e tudo o resto". Antes que a vossa cabeça expluda, calma. Não é nada de esotérico, profundo ou religioso. O verdadeiro "culpado" por este pequeno mimo é um senhor, infelizmente já falecido, de seu nome Douglas Adams, e que escreveu essa jóia da comédia e ficção cientifica chamada "À Boleia Pela Galáxia", uma trilogia em 5 livros. :)
No primeiro livro, que dá nome à saga, o protagonista Arthur Dent, após a demolição do nosso planeta para permitir a construção de uma auto-estrada hiper-espacial (acreditem que nunca a destruição da Terra foi tratada de forma tão hilariante), se vê envolvido numa mirabolante busca por essa "resposta definitiva" com um grupo de personagens que não lembra a ninguém (excepto ao senhor Adams), resposta essa que acaba por ser esse bendito "42". Leiam o livro que ficam mais elucidados e de certeza que não se arrependem, quanto mais não seja pela inteligência do humor e pelos conceitos "científicos" que, apesar de serem, por vezes, absurdos, parecem sempre baseados na realidade.
Em Portugal só os primeiros dois volumes, "À Boleia Pela Galáxia" e "O Restaurante no Fim do Universo", foram publicados até ao momento, pela editora Saída de Emergência. O segundo inclui um prefácio por nada mais nada menos que o grande Nuno Markl.
Desiludidos com a explicação? Habituem-se. Como disse no primeiro post, este blog serve para ventilar ideias e desabafar. Muitas vezes chegarão ao fim dos posts a pensar:
-"Ai estão 5 minutos da minha vida que nunca vou recuperar!"
Mas de vez em quando podem até encontrar algo em que possam pensar e reflectir (mas não prometo nada, não sustenham a respiração). E se isso acontecer, ei, já terá valido a pena.
Fiquem bem e até breve. :)
Em suma, este 42 em particular refere-se à "resposta definitiva sobre a vida, o universo e tudo o resto". Antes que a vossa cabeça expluda, calma. Não é nada de esotérico, profundo ou religioso. O verdadeiro "culpado" por este pequeno mimo é um senhor, infelizmente já falecido, de seu nome Douglas Adams, e que escreveu essa jóia da comédia e ficção cientifica chamada "À Boleia Pela Galáxia", uma trilogia em 5 livros. :)
No primeiro livro, que dá nome à saga, o protagonista Arthur Dent, após a demolição do nosso planeta para permitir a construção de uma auto-estrada hiper-espacial (acreditem que nunca a destruição da Terra foi tratada de forma tão hilariante), se vê envolvido numa mirabolante busca por essa "resposta definitiva" com um grupo de personagens que não lembra a ninguém (excepto ao senhor Adams), resposta essa que acaba por ser esse bendito "42". Leiam o livro que ficam mais elucidados e de certeza que não se arrependem, quanto mais não seja pela inteligência do humor e pelos conceitos "científicos" que, apesar de serem, por vezes, absurdos, parecem sempre baseados na realidade.
Em Portugal só os primeiros dois volumes, "À Boleia Pela Galáxia" e "O Restaurante no Fim do Universo", foram publicados até ao momento, pela editora Saída de Emergência. O segundo inclui um prefácio por nada mais nada menos que o grande Nuno Markl.
Desiludidos com a explicação? Habituem-se. Como disse no primeiro post, este blog serve para ventilar ideias e desabafar. Muitas vezes chegarão ao fim dos posts a pensar:
-"Ai estão 5 minutos da minha vida que nunca vou recuperar!"
Mas de vez em quando podem até encontrar algo em que possam pensar e reflectir (mas não prometo nada, não sustenham a respiração). E se isso acontecer, ei, já terá valido a pena.
Fiquem bem e até breve. :)
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Ora bem... Como é que se faz isto?!
Apesar de vários anos a navegar neste mar de dados a que chamamos internet, e de muitos posts feitos em variados forums do meu interesse, esta é a minha primeira tentativa de criar um blog... ou pelo menos algo que se pareça.
Para aqueles que caíram aqui por acidente ou para aqueles meus conhecidos que porventura tenha convidado a partilhar aquilo que aqui postar, o que, a bem da verdade, não sei ainda muito bem o que irá ser, dou as boas vindas.
A primeira pergunta que vos salta, provavelmente, à ideia, será... "42??? Que raio de nome é esse??? Que quer dizer???"
A resposta não a dou ainda. Digo apenas que é o resultado da minha faceta mais "nerd" ou, como se diz na língua de Camões, "cromo". Uma pequena trivialidade que será incrivelmente óbvia para alguns, sem necessidade de explicação, enquanto que para outros será um mistério insondável, mesmo depois de devidamente explicado.
E porque, verdade seja dita, quando me apareceu a caixinha a incitar-me a dar um nome ao blog, pura e simplesmente, não me ocorreu mais nada.
Acabo por aqui este post NUMERO UM. Espero que para primeiro post não tenha sido um fracasso. Mas se for... ei, é só um blog. :)
Fiquem bem e até breve. :)
Para aqueles que caíram aqui por acidente ou para aqueles meus conhecidos que porventura tenha convidado a partilhar aquilo que aqui postar, o que, a bem da verdade, não sei ainda muito bem o que irá ser, dou as boas vindas.
A primeira pergunta que vos salta, provavelmente, à ideia, será... "42??? Que raio de nome é esse??? Que quer dizer???"
A resposta não a dou ainda. Digo apenas que é o resultado da minha faceta mais "nerd" ou, como se diz na língua de Camões, "cromo". Uma pequena trivialidade que será incrivelmente óbvia para alguns, sem necessidade de explicação, enquanto que para outros será um mistério insondável, mesmo depois de devidamente explicado.
E porque, verdade seja dita, quando me apareceu a caixinha a incitar-me a dar um nome ao blog, pura e simplesmente, não me ocorreu mais nada.
Acabo por aqui este post NUMERO UM. Espero que para primeiro post não tenha sido um fracasso. Mas se for... ei, é só um blog. :)
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